quinta-feira, 29 de setembro de 2016

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GRANDILOQUENTE

 

love by: colorsofsilcence Fonte:WOLVERXNE

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UMA MENSAGEM A GARCIA

APOLOGIA DO AUTOR Esta insignificância literária, UMA MENSAGEM A GARCIA, escrevi-a uma noite, depois do jantar, em uma hora. Foi a 22 de fevereiro, de 1899, aniversário natalício de Washington, e o número de Março da nossa revista "Philistine" estava prestes a entrar no prelo. Encontrava-me com disposição de escrever, e o artigo brotou espontâneo do meu coração, redigido, como foi, depois de um dia afanoso (NE:trabalhoso), durante o qual tinha procurado convencer alguns moradores um tanto renitentes do lugar, que deviam sair do estado comatoso(NE:estado de coma) em que se compraziam, esforçando-me por incutir-lhes radioatividade. A idéia original, entretanto, veio-me de um pequeno argumento ventilado pelo meu filho Bert, ao tomarmos café, quando ele procurou sustentar ter sido Rowan o verdadeiro herói da Guerra de Cuba. Rowan pôs-se a caminho só e deu conta do recado - levou a mensagem a Garcia. Qual centelha luminosa. a idéia assenhoreou-se de minha mente. É verdade, disse comigo mesmo, o rapaz tem toda a razão, o herói é aquele que dá conta do recado - que leva a mensagem a Garcia. Levantei-me da mesa e escrevi "Uma mensagem a Garcia" de uma assentada. Entretanto liguei tão pouca importância a este artigo, que até foi publicado na Revista sem qualquer título. Pouco depois da edição ter saído do prelo, começaram a afluir pedidos para exemplares adicionais do número de março do "Philistine": uma dúzia, cinqüenta, com e quando a American News Company encomendou mais mil exemplares, perguntei a um dos meus empregados qual o artigo que havia levantado o pó cósmico. "Esse de Garcia" - retrucou-me ele. No dia seguinte chegou um telegrama de George H. Daniels, da Estrada de Ferro Central de Nova York dizendo: "Indique preço para cem mil exemplares artigo Rowan, sob forma folheto, com anúncios estrada de ferro no verso. Diga também até quando pode fazer entrega". Respondi indicando o preço, e acrescentando que podia entregar os folhetos dali a dois anos. Dispúnhamos de facilidades restritas a com mil folhetos afiguravam-se-nos um empreendimento de monta. O resultado foi que autorizei o Sr. Daniels a reproduzir o artigo conforme lhe aprouvesse. Fê-lo então em forma de folhetos, e distribuiu-os em tal profusão que, duas ou três edições de meio milhão se esgotaram rapidamente. Além disso, foi o artigo reproduzido em mais de duzentas revistas e jornais. Tem sido traduzido, por assim dizer, em todas as línguas faladas. Aconteceu que, justamente quando o Sr. Daniels, estava fazendo a distribuição da Mensagem a Garcia, o Príncipe Hilakoff, Diretor das Estradas de Ferro Russas, se encontrava nos Estados Unidos. Era hóspede da Estrada de Ferro Central de Nova York, percorrendo todo o país acompanhando o Sr. Daniels. O Príncipe viu o folheto, que o interessou, mais pelo fato de ser o próprio Sr. Daniels quem o estava distribuindo em tão grande quantidade, que, propriamente por qualquer outro motivo. Como quer que seja, quando o Príncipe regressou à sua Pátria mandou traduzir o folheto para o russo e entregar um exemplar a cada empregado de estrada de ferro na Rússia. O breve trecho foi imitado por outros países; da Rússia o artigo passou para a Alemanha, França, Turquia, Hindustão e China. Durante a guerra entre Rússia e o Japão, foi entregue um exemplar da "Mensagem a Garcia" a cada soldado russo que se destinava ao fronte. Os japoneses, ao encontrar os livrinhos em poder dos prisioneiros russos, chegaram a conclusão que havia de ser coisa boa, e não tardaram em vertê-lo para o japonês. Por ordem do Mikado foi distribuído um exemplar a cada empregado, civil ou militar do Governo Japonês. Por cima de quarenta milhões de exemplares de "Uma mensagem a Garcia" têm sido impressos, o que é sem duvida a maior circulação jamais atingida por qualquer trabalho literário durante a vida do autor, graças a uma serie de circunstâncias felizes. HELBERT HUBBARD Aurora Nascente, 01 de dezembro de 1913 ************************************************************************************** UMA MENSAGEM A GARCIA
Em todo este caso cubano, um homem se destaca no horizonte de minha memória como o planeta Marte no seu periélio, Quando irrompeu a guerra entre a Espanha e os Estados Unidos, o que importava a estes era comunicar-se rapidamente com o chefe dos insurretos, Garcia, que se sabia encontrar-se em alguma fortaleza no interior do sertão cubano, mas sem que se pudesse precisar exatamente onde. Era impossível comunicar-se com ele pelo correio ou pelo telégrafo. No entanto, o Presidente tinha que tratar de assegurar-se da sua colaboração, e isto quanto antes. Que fazer? Alguém lembrou ao Presidente: "Há um homem chamado Rowan; e se alguma pessoa é capaz de encontrar Garcia, há de ser Rowan". Rowan foi trazido à presença do Presidente, que Ihe confiou uma carta com a incumbência de entregá-la a Garcia. De como este homem, Rowan, tomou a carta, meteu-a num invólucro impermeável, amarrou-a sobre o peito, e, após quatro dias, saltou, de um barco sem coberta, alta noite, nas costas de Cuba; de como se embrenhou no sertão, para depois de três semanas, surgir do outro lado da ilha, tendo atravessado a pé um pais hostil e entregando a carta a Garcia são coisas que não vem ao caso narrar aqui pormenorizadamente. O ponto que desejo frisar é este: Mas Kinley deu a Rowan uma carta para ser entregue a Garcia; Rowan pegou a carta e nem sequer perguntou; "Onde é que ele está?" Hosanas! Eis aí um homem cujo busto merecia ser fundido em bronze imarcescível e sua estatua colocada em cada escola do país. Não é de sabedoria livresca que a juventude precisa, nem instrução sobre isto ou aquilo. Precisa, sim, de um endurecimento das vértebras, para poder mostrar-se altivo no exercício de um cargo; para atuar com diligência, para dar conta do recado; para, em suma, levar uma mensagem a Garcia. O General Garcia já não é deste mundo, mas há outros Garcias. A nenhum homem que se tenha empenhado em levar avante uma empresa, em que a ajuda de muitos se torne precisa, tem sido poupados momentos de verdadeiro desespero ante imbecilidade de grande número de homens, ante a inabilidade ou falta de disposição de concentrar a mente numa determinada coisa e fazê-la. Assistência irregular, desatenção tola, indiferentes irritante e trabalho mal feito, parecem ser a regra geral. Nenhum homem pode ser verdadeiramente bem sucedido, salvo se lançar mão de todos os meios ao seu alcance, quer da força, quer do suborno, para obrigar outros homens a ajudá-lo, a não ser que Deus Onipotente, na sua misericórdia, faça um milagre enviando-lhe como auxiliar um anjo de luz. Leitor amigo, tu mesmo podes tirar a prova. Estás sentado no teu escritório, rodeado de meia dúzia de empregados. Pois bem, chama um deles e pede-lhe: "Queira ter a bondade de consultar a enciclopédia e de me trazer uma descrição sucinta da vida de Corregio". Dar-se-ão caso do empregado dizer calmamente: "Sim, Senhor" e executar o que se Ihe pediu? Nada disso! Olhar-te-ão perplexo e de soslaio para fazer uma ou mais das seguintes perguntas: Quem é ele? Que enciclopédia? Onde é que está a enciclopédia? Fui eu acaso contratado para fazer isso? Não quer dizer Bismark? E se o Carlos o fizesse? Já morreu? Precisa disso com urgência? Não será melhor que eu traga o livro para que o senhor mesmo procure o que quer? Para que quer saber isso? E aposto dez contra um que, depois de haveres respondido a tais perguntas, e explicado a maneira de procurar os dados pedidos e a razão por que deles precisas, teu empregado irá pedir um companheiro que o ajude a encontrar Corregio, e, depois voltara para te dizer que tal homem não existe, Evidentemente, pode ser que eu perca a aposta mas, segundo a lei das médias, jogo na certa, ora, se fores prudente, não te darás ao trabalho de explicar ao teu "ajudante" que Corregio se escreve com "C" e não com "K", mas limitar-te-ás a dizer meigamente, esboçando o melhor sorriso: "Não faz mal; não se incomode", e, dito isto, levantar-te-ás e procuraras tu mesmo. E esta incapacidade de atuar independentemente, esta inépcia moral, esta invalidez da vontade, esta atrofia de disposição de solicitamente se por em campo e agir são as coisas que recuam para um futuro tão remoto o advento do socialismo puro. Se os homens não tomam a iniciativa de agir em seu próprio proveito, que farão quando o resultado do seu esforço redundar em benefício de todos? Por enquanto parece que os homens ainda precisam de ser feitorados. O que mantém muito empregado no seu posto e o faz trabalhar é o medo de se não o fizer, ser despedido no final do mês. Anuncia precisar de um taquígrafo, e nove entre dez candidatos à vaga não saberão ortografar nem pontuar e, o que é mais, pensam que não é necessário sabe-lo. Poderá uma pessoa destas escrever uma carta à Garcia? "Vê aquele guarda-livros", dizia-me o chefe de uma grande fábrica. "Sim, que tem". "É um excelente guarda-livros. Contudo se eu o mandasse fazer um recado, talvez se desobrigasse da incumbência a contento, mas também podia muito bem ser que no caminho entrasse em duas ou três casas de bebidas, e que, quando chegasse ao seu destino, já não se recordasse da incumbência que Ihe fora dada". Será possível confiar-se a um tal homem uma carta para entregá-la a Garcia? Ultimamente temos ouvido muitas expressões sentimentais externando simpatia para com os pobres entes que mourejam de sol a sol, para com os infelizes desempregados a esta do trabalho honesto, e tudo isto, quase sempre, entremeado de muita palavra dura para com os homens que estão no poder. Nada se diz do patrão que envelhece antes do tempo, num baldado esforço para induzir eternos desgostosos e descontentes a trabalhar conscienciosamente; nada se diz de sua longa e paciente procura de pessoal, que, no entanto, muitas vezes nada mais faz do que "matar o tempo", logo que ele volta as costas. Não há empresa que não esteja despedindo pessoal que se mostre incapaz de zelar pelos seus interesses, a fim de substitui-lo por outro mais apto. E este processo de seleção por eliminação está se operando incessantemente, em tempos adversos, com a única diferença que, quando os tempos são maus e o trabalho escasseia, a seleção se faz mais escrupulosamente, pondo-se fora, para sempre, os incompetentes e os inaproveitáveis. É a lei da sobrevivência do mais apto. Cada patrão, no seu próprio interesse, trata somente de guardar os melhores - naqueles que podem levar uma mensagem a Garcia. Conheço um homem de aptidões realmente brilhantes, mas sem a fibra precisa para gerir um negócio próprio e que ademais se torna completamente inútil para qualquer outra pessoa, devido a suspeita insana que constantemente abriga de que seu patrão o esteja oprimindo ou tencione oprimi-lo. Sem poder mandar, não tolera que alguém o mande. Se Ihe fosse confiada uma mensagem a Garcia, retrucaria provavelmente: "Leve-a você mesmo". Hoje este homem perambula errante pelas ruas em busca de trabalho, em quase petição de miséria. No entanto, ninguém que o conheça se aventura a dar-lhe trabalho porque é a personificação do descontentamento e do espírito de replica. Refratário a qualquer conselho ou admoestação, a única coisa capaz de nele produzir algum efeito seria um bom pontapé dado com a ponta de uma bota de número 42, sola grossa e bico largo. Sei, não resta duvida, que um indivíduo moralmente aleijado como este, não é menos digno de compaixão que um fisicamente aleijado. Entretanto, nesta demonstração de compaixão, vertamos também uma lágrima pelos homens que se esforçam por levar avante uma grande empresa, cujas horas de trabalho não estão limitadas pelo som do apito e cujos cabelos ficam prematuramente encanecidos na incessante luta em que estão empenhados entra a indiferença desdenhosa, entra a imbecilidade crassa e a ingratidão atroz, justamente daqueles que, sem o seu espirito empreendedor, andariam famintos e sem lar. Dar-se-á o caso de eu ter pintado a situação em cores demasiado carregadas? Pode ser que sim; mas, quando todo mundo se apraz em divagações quero lançar uma palavra de simpatia ao homem que imprime êxito a um empreendimento, ao homem que, a despeito de uma porção de impecilhos, sabe dirigir e coordenar os esforços de outros e que, após o triunfo, talvez verifique que nada ganhou; nada, salvo a sua mera subsistência. Também eu carreguei marmitas e trabalhei como jornaleiro como, também tenho sido patrão. Sei, portanto, que alguma coisa se pode dizer de ambos os lados. Não há excelência na pobreza de per si; farrapos não servem de recomendação. Nem todos os patrões são gananciosos e tiranos, da mesma forma que nem todos os pobres são virtuosos. Todas as minhas simpatias pertencem ao homem que trabalha conscienciosamente, quer o patrão esteja, quer não. E o homem que, ao Ihe ser confiada uma carta para Garcia, tranqüilamente toma a missiva, sem fazer perguntas idiotas, e sem a intenção oculta de joga-la na primeira sarjeta que encontrar, ou praticar qualquer outro feito que não seja entregá-la ao destinatário, esse homem numa fila "encostado" nem tem que se declarar em greve para forçar um aumento de ordenado. A civilização busca ansiosa, insistentemente, homens nestas condições. Tudo que um tal homem pedir se-lhe-á de conceder. Precisa-se dele em cada cidade em cada vila, em cada lugarejo, em cada escritório, em cada oficina, em cada loja, fábrica ou venda. O grito do mundo inteiro praticamente se resume nisso: Precisa-se, e precisa-se, com urgência de um homem capaz de levar uma mensagem a Garcia.

quarta-feira, 28 de setembro de 2016

Hindenburg Explodes (1937)

El Hindenburg 1 de 2 ESPAÑOL El Hindenburg 2 de 2 ESPAÑOL

EPÍLOGO DE SANGUE (1953) - filme faroeste completo legendado com John Payne

Introdução à Programação com Robôs Lego

Os módulos 1 e 2 não são sobre robótica e, infelizmente, não estão disponíveis.

O MUNDO ANTIGO EM MAPAS

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O homem que_calculava-ilustrado

Mulheres barbadas!

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Almanaques para sempre!

Para acessar clicar aqui! Nota: Agradecemos ao Almanaque Info pela autorização total deste post.

O Rei dos puns...!

Vocês pensam que leram ou ouviram tuso sobre os principais feitos mirabolantes? Não! Absolutamente não! Pelo menos aqui no Almanaque Info, que ora resgatamos. Trata-se de Joseph Pujol, um modesto padeiro que nasceu em Marselha em 1857 e transformou-se em uma das maiores atrações por volta de 1892, contratado pelo Moulin Rouge. Para que os amigos tenham um parâmetro do sucesso de Pujol, por exemplo, a grande Sarah Bernhardt ganhava em uma temporada menos do que 10.000 francos; Pujol, em uma só apresentação ganhava aproximadamente 20.000 francos. Espantado? Não fique, pois por mais paradoxal que possa parecer, a seleta platéia chegava ao delírio; alguma pessoas simplesmente chegavam a desmaiar de tanto rirem. Apagar velas, emitir sons musicais eram comuns, e tudo isso, como atestam os registros, sem nenhum cheiro. “Pujol embarcou em uma bem sucedida turnê pela Europa e Norte da África. Após o seu regresso, deixou o Moulin Rouge por desavenças e formou sua própria companhia de variedades, “O Teatro Pompadour”. Ele continuou o seu projeto até a Primeira Guerra Mundial. Seus filhos foram convocados, um deles foi feito prisioneiro e outros dois ficaram inválidos. Após a Grande Guerra Pujol ficou tão chateado que nunca mais voltou ao teatro. Foi trabalhar como padeiro em Marselha e logo depois mudou para Toulon onde estabeleceu uma próspera fábrica de biscoitos. Ele morreu em 1945 com a idade de 88 anos e foi enterrado no cemitério de La Valette-du-Var, onde sua tumba pode ser vista ainda hoje.” (Este parágrafo inteiro foi transcrito do site MDIG) Já na infância, Pujol percebeu que tinha habilidades que não eram comuns em outras pessoas, principalmente entre os seus colegas; médicos consultados diagnosticaram que, apesar dessa habilidade incomum, não havia problemas de saúde. Enfim, pela Wikipedia pode-se melhor avaliar os detalhes; também no YOUTUBE, encontramos vídeos bem interessantes.

Waldorf Astoria - NY

Visite o site (Imperd´pivel)

A PERSISTÊNCIA

Um homem investe tudo o que tem numa pequena oficina. Trabalha dia e noite, inclusive dormindo na própria oficina. Para poder continuar nos negócios, empenha as jóias da própria esposa. Quando apresentou o resultado final de seu trabalho a uma grande empresa, dizem-lhe que seu produto não atende ao padrão de qualidade exigido. O homem desiste? Não! Volta a escola por mais dois anos, sendo vitima da maior gozação dos seus colegas e de alguns professores que o tachavam de “visionário”. O homem fica chateado? Não! Após dois anos, a empresa que o recusou finalmente fecha o contrato com ele. Durante a guerra, sua fábrica é bombardeada duas vezes, sendo que grande parte dela é destruída. O homem se desespera e desiste? Não! Reconstrói sua fábrica, mas um terremoto novamente a arrasa. Essa é a gota d água e o homem desiste? Não. Imediatamente após a guerra segue-se uma grande escassez de gasolina em todo o país e este homem não pode sair de automóvel nem para comprar comida para a família. Ele entra em pânico e desiste? Não! Criativo, ele adapta um pequeno motor a sua bicicleta e sai ás ruas. Os vizinhos ficam maravilhados e todos querem também as chamadas “bicicletas motorizadas”. A demanda por motores aumenta muito e logo ele fica sem mercadoria. Decide então montar uma fábrica para essa novíssima invenção. Como não tem capital, resolve pedir ajuda para mais de quinze mil lojas espalhadas pelo país. Como a idéia é boa, consegue apoio de mais ou menos cinco mil lojas, que lhe adiantam o capital necessário para a indústria. Encurtando a história: hoje a Honda Corporation é um dos maiores impérios da indústria automobilística japonesa, conhecida e respeitada no mundo inteiro. Tudo porque o Sr. Soichiro Honda, seu fundador, não se deixou abater pelos terríveis obstáculos que encontrou pela frente. Portanto, se você adquiriu a mania de viver reclamando, pare com isso! O que sabemos é uma gota d água. O que ignoramos é um oceano. Lembre-se, nosso dia não se acaba ao anoitecer e sim começa sempre amanhã, não se desanime, vamos acordar todo o dia como se tivéssemos descobrindo um mundo novo

Motocicleta Triumph (Inglesa) – Propagandas antigas e história.

Detalhes, clicar aqui >>> (Imperdível) Triumph A marca britânica de motocicletas Triumph é uma das mais tradicionais no mundo das duas rodas. A empresa, que comemorou seu centenário em 2002, tem atividades em outros 12 países – Estados Unidos, Inglaterra, Austrália, Itália, Alemanha, Japão, Suíça, Suécia, França, Bélgica, Holanda e Japão – e comercializa cerca de 36 mil unidades por ano. Apesar de ter celebrado 100 anos em 2002, a Triumph é mais antiga. A marca nasceu na última década do Século 19, após a ida do alemão Siegfried Bettmann para a Inglaterra. O empresário, que até então comercializava máquinas de costura, ficou impressionado com o aumento da frota de bicicletas naquele país e resolveu entrar no novo negócio. Bettmann deu o nome de Triumph às bicicletas que vendia, por ser um nome de fácil assimilação em toda a Europa. A primeira motocicleta saiu da linha de montagem da Triumph, em Conventry (Inglaterra), no ano de 1902 – data de partida para a contagem do centenário – e recebeu a nomenclatura de “N°1”. O veículo de duas rodas nada mais era que uma bicicleta com estrutura reforçada, equipada com um motor de combustão interna do fabricante belga Minerva, com 2,25 hp de potência, que ficava alocado na parte dianteira do quadro. A Triumph ganhou popularidade rapidamente por um motivo: em pleno Fordismo, enquanto os engenheiros de outros fabricantes se preocupavam com a produção em larga escala, Mauritz Schulte, que era responsável pela engenharia da marca, procurava aprimorar e desenvolver novos mecanismos para as motocicletas. Essa política, em poucos anos, possibilitou o lançamento de outros modelos de excelente qualidade e tecnologias modernas para a época, como a partida a pedal. Durante a 1ª Guerra Mundial, o governo da Inglaterra designou à Triumph a missão de equipar o exército britânico. As motocicletas da marca eram utilizadas para levar os soldados ao fronte de batalha. O último acontecimento relevante nos anos 10 foi o rompimento entre Schulte e Bettmann, que ocorreu porque o fundador da marca queria diversificar a gama de produtos e acelerar o ritmo da linha de produção, algo que ia contra os princípios do engenheiro. Nesse período de sua história, a Triumph passou a fabricar até mesmo automóveis, o que dividiu a empresa em Triumph Motor Co. (automóveis) e Triumph Cycle Co. (duas rodas). Devido à Grande Depressão, os anos 20 foram muito difíceis para a Triumph. Por esse motivo, a marca começou a produzir motocicletas “populares”, como a Modelo P, que tinha 494 cilindradas e custava apenas 42 libras. Foram comercializadas 20 mil unidades desse modelo. Só como comparação, a Type SD, top de linha da marca, saía na época por 83 libras. Em 1937, sob o comando de Jack Sangster, a divisão de motocicletas lançou um modelo que se tornaria um ícone anos depois: a Speed Twin, conhecida também como Tiger 100. Esta motocicleta atingia 160 km/h, fato que a Honda, por exemplo, só iria conseguir em 1969, com a CB 750. A 2ª Guerra e a entrada nos EUA Na noite de 14 de novembro de 1940, em plena 2ª Guerra Mundial, a fábrica da Triumph, em Conventry, foi completamente destruída por um bombardeio do exército nazista e, provisoriamente, as motocicletas passaram a ser montadas na cidade de Warwik (Inglaterra). Uma nova planta, em Meriden (no centro da Inglaterra), foi construída rapidamente e inaugurada em 1942. Os anos 40 também marcaram a entrada da Triumph nos Estados Unidos, algo que ocorreu após os norte-americanos terem se impressionado com o desempenho da Speed Twin (T100). Nasce a mítica Bonneville Em 1954, o piloto Johnny Allen bateu o recorde de velocidade em uma motocicleta. A bordo do protótipo de uma T110, de 649 cilindradas, ele atingiu 343 km/h na pista de Bonneville Salt Flats. Cinco anos mais tarde, a Triumph adiciona um carburador duplo à T110 e realiza um ajuste fino no motor. Nasce, desta maneira, a mais famosa motocicleta da marca de todos os tempos, a T 120, que foi batizada de Bonneville, em comemoração ao feito de Allen. O início da década de 60 foi fabulosa para o segmento de motocicletas em geral e, especialmente para a Triumph, que havia encontrado uma fórmula vitoriosa. A Bonneville fez sucesso tanto na Inglaterra quanto nos Estados Unidos. A marca também venceu as principais competições esportivas, com os modelos TT e Daytona. Mas, com o advento dos fabricantes japoneses, a Triumph perdeu mercado e, no final dos anos 60 e início da década de 70, a empresa acumulou prejuízos de 13 milhões de libras. Com a intervenção do governo britânico, uma nova companhia foi formada em 1973: a Norton-Villiers-Triumph. Neste período, ficou decidido que a produção seria transferida para Birmingham. Em protesto, os colaboradores da fábrica de Meriden entraram em greve e assim permaneceram por quase dois anos. Eles só voltaram às atividades em 1975, quando produziram a Bonneville 750 cc para o mercado norte-americano. O fim e um novo começo A fábrica de Meriden foi fechada no início de 1983. Mas o que parecia ser o fim da Triumph era, na verdade, o começo de um tempo de vitórias. O milionário John Bloor comprou o nome e fundou uma nova empresa privada: a Triumph Motorcycles Ltd.. A partir de 1985, a fabricante de peças Racing Spares, sob licença de Bloor, produziu a Bonneville USA, com o intuito de manter a marca em atividade. Mas um novo plano estava sendo elaborado e, em 1990, surge uma nova Triumph, que apresentou motocicletas com motores de última geração, de três e quatro cilindros, dotados de toda a tecnologia desenvolvida pelos japoneses, mas com o estilo e a elegância da Europa.

PROVÉRBIO CHINÊS

"Antes de começar o trabalho de modificar o mundo, dê três voltas dentro de casa"