sábado, 1 de outubro de 2016

A REFORMA DO CALENDÁRIO QUE NÃO SAIU

Podemos afirmar que a primeira aplicação da Astronomia à vida dos homens, lá nos primórdios da civilização, foi a medida do tempo, a organização sistemática da sucessão interminável dos dias: o calendário.

O calendário se foi formando com diferentes características nas diversas civilizações, e, conforme as necessidades de cada uma delas, foi sofrendo as transformações necessárias para mantê-lo de acordo com o que era exigido pelos astros, tornando-o cada vez mais perfeito, mais suscetível, de maior envergadura.

Assim, reforma após reforma, conhecidas todas elas, chegou até os nossos dias com muitas falhas sistêmicas, as quais há muito necessitam de uma reforma ampla e transcendental.

OS DEFEITOS DO CALENDÁRIO CIVIL (GREGORIANO)

Sem aprofundarmos neste comentário introdutório, um deles é que, no

Calendário Civil, praticamente utilizado no mundo todo, os meses, os trimestres e os semestres não têm o mesmo número de semanas, o que provoca deficiências nas operações de contabilidade , na formação dos custos e nas estatísticas. Enfim, uma análise mais pormenorizada será detalhada no livro que sugerimos.

 
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